31/08/2016

Autoestima e Diferenças


Nossa sociedade, cultura, família e meio nos condicionou a sermos iguais.

Desde a infância não podíamos, e algumas mulheres ainda acreditam que continuam não podendo se expressar de modo natural, verdadeiro, ou autêntico.
Tínhamos que seguir o bando e sermos iguais. Nenhuma atitude divergente seria aceita. Portanto, nos enquadramos e ajustamos para sermos aceitas e jamais rejeitadas.
É familiar sermos iguais, e sim gera um grande desconforto, muita angústia e um medo enorme da rejeição de sermos diferentes.
É hora de contestar e refletir se somos mesmo iguais a todas e se queremos ser a fim de nos auto-descobrirmos como mulheres únicas, especiais e valiosas.
Se observarmos com cuidado, veremos que somos diferentes. E que tudo bem, porque ninguém é igual a ninguém.
Assim não há razão alguma para que vivamos todas de modo igual.
Somos diferentes e somos múltiplas possibilidades.
Respeite a sua individualidade e as suas diferenças.
Na sua diferença reside a sua preciosidade.

Descubra as suas diferenças, expresse-as e seja diferentemente feliz, plena e realizada.

Por Silvia Parreira




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